Golpe antigo: mulher de 38 anos se passava por adolescente para ser adotada e aplicou o mesmo golpe por 15 anos em diversos estados brasileiros.
Uma mulher de 38 anos, identificada como Amanda Maria Souza de Oliveira, foi presa em Santa Catarina após ser descoberta aplicando um golpe que se estende por pelo menos 15 anos. Ela se passava por uma adolescente para ser adotada por famílias, utilizando a mesma narrativa em diferentes regiões do país.
O modus operandi de Amanda consiste em alegar ser menor de idade, frequentemente com histórias dramáticas envolvendo agressões e rituais de magia negra, para ganhar a confiança de pessoas e instituições. A polícia rastreou os passos da mulher, que já aplicou o golpe em pelo menos oito estados brasileiros, desde 2010.
A **falsa adolescente de 38 anos** foi presa após uma nova tentativa de golpe em Santa Catarina, mas seu histórico revela uma longa trajetória de enganos. Acompanhe os detalhes dessa história chocante que se desenrolou por anos no Brasil, conforme informações divulgadas pela polícia.
Primeiro golpe registrado em 2010 em Natal
O primeiro registro conhecido da fraude aplicada por Amanda Maria Souza de Oliveira data de 2010. Na época, com 22 anos, ela foi internada no Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, em Natal, para a retirada de nove agulhas do corpo. Para a polícia, ela alegou ter apenas 13 anos.
A história contada por Amanda era que morava com os pais em Fortaleza e havia fugido para Natal devido a agressões físicas e sexuais, supostamente ligadas a rituais de magia negra. Essa mesma narrativa seria repetida em outros estados ao longo dos anos.
Repetição do golpe em São Paulo e outros estados
Em 2022, o golpe da **falsa adolescente de 38 anos** foi registrado em Jundiaí, São Paulo. Lá, ela se apresentou como Ana Clara, de 12 anos, ao dar entrada no Hospital Universitário. A Polícia Civil foi acionada após não encontrarem registros com os dados fornecidos pela mulher.
Investigadores de São Paulo, ao identificarem a similaridade com casos anteriores, entraram em contato com responsáveis pelo atendimento em Natal em 2010. A confirmação de que se tratava da mesma pessoa foi o ponto de partida para desvendar a extensão do golpe.
Confissão e motivação da falsa adolescente
Após ser desmascarada, Amanda confessou ter fingido ser uma adolescente. Ela relatou à polícia que ela mesma colocava objetos em seu corpo, como as agulhas encontradas em diferentes ocasiões. A motivação, segundo ela, era a percepção de que as pessoas se comoviam e a ajudavam quando ela contava suas histórias.
A **falsa adolescente de 38 anos** detalhou ter passado ainda pela Bahia e Espírito Santo, além dos estados onde foi oficialmente registrada. A capacidade de Amanda em sustentar o mesmo golpe por tanto tempo, enganando diversas famílias e autoridades, demonstra uma frieza e planejamento alarmantes.
Histórias semelhantes em outros estados
A história de Amanda Maria Souza de Oliveira se repetiu em outros estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, em episódios onde foi detida por suspeita de falsidade ideológica. Em todos os casos, a narrativa era praticamente a mesma, com detalhes sobre rituais e fugas.
O golpe da **falsa adolescente de 38 anos** chamou a atenção pela persistência e pela amplitude geográfica. A mulher demonstrou habilidade em manipular a boa-fé alheia, utilizando a vulnerabilidade aparente para se beneficiar e enganar.
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