Papa Francisco Defende Justiça Sincera e Misericordiosa no Direito Canônico
Em celebração aos 150 anos da Faculdade de Direito Canônico da Pontifícia Universidade Gregoriana, o Papa Francisco dirigiu-se aos participantes, enfatizando a essência do direito na Igreja.
O Pontífice destacou que o estudo e a prática do direito canônico não se limitam à memorização de regras, mas exigem uma compreensão profunda à luz da missão e do mistério da Igreja.
A mensagem central ressoa a importância de um direito que esteja intrinsecamente ligado à verdade e à misericórdia, conforme divulgado pelo Vatican News.
Direito Canônico como Pilar da Comunhão Eclesial
O Papa Francisco sublinhou o papel vital do direito canônico na preservação da comunhão eclesial, descrevendo-o como um serviço indispensável para a Igreja. Ele ressaltou que a finalidade do direito canônico é promover uma ordem eclesial onde o amor, a graça e o carisma floresçam e sejam valorizados.
Nesse sentido, o Santo Padre enfatizou a interdependência entre o bem individual e o bem da comunidade. “O bem da pessoa e o da comunidade eclesial, de fato, não podem existir independentemente um do outro”, afirmou.
A Busca pela Verdadeira Justiça no Âmbito Eclesial
Retomando o propósito da Faculdade de Direito Canônico, que visa o bem sobrenatural de cada fiel e a edificação da comunhão, o Papa Francisco fez um apelo direto a professores e estudiosos.
Ele os exortou a trabalhar diligentemente para alcançar essa meta, buscando a verdadeira justiça. “Exorto vocês a trabalhar fielmente segundo essa finalidade, isto é, pelo bem sobrenatural das pessoas, que se realiza buscando a verdadeira justiça, nunca separada, na Igreja, da verdade e da misericórdia”, declarou o Papa.
Formação para a Missão e a Comunhão Universal
O Papa Francisco também destacou a importância da Faculdade em seu serviço à missão petrina. Ele convidou a instituição a proporcionar aos estudantes, vindos de diversas partes do mundo, uma experiência viva da Igreja como uma comunhão universal.
Essa vivência, segundo o Pontífice, deve ser levada de volta às suas Igrejas particulares, enriquecendo suas comunidades e fortalecendo o serviço eclesial globalmente.
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